quarta-feira, janeiro 25, 2006

Mitos, Lendas e Histórias de Portugal - Parte 2: D. Dinis e Rainha Santa Isabel



Debruçar-nos-emos hoje sobre uma das lendas mais populares do imaginário português.
Estava um dia a rainha Dona Isabel (mais tarde convertida, via tuning religioso-popular em rainha Santa Isabel) a distribuir pães pelos pobres à revelia de seu marido o rei D. Dinis, quando este, apanhando-a com a boca na botija, logo lhe perguntou o que ele levava com ela, ao que a sirigaita lhe respondeu “São rosas, senhor, são rosas”, e PUFF!!, como que por magia logo os pães se tornaram mesmo em rosas.
Desta história podem-se retirar várias ilações.
A primeira era que o rei D. Dinis era um “ganda filha da puta” de um facho e de um porco capitalista.
Quer-se dizer, o gajo até disfarçava bem. Tinha barba e longos cabelos louros, compunha e tocava baladas, curtia a natureza, até parece que o estou a ver lá no meio do pinhal de Leiria e enrolar e a fumar uns com os amigalhaços… parecia um cota hippie, mas a verdade é que era um inimigo declarado do sistema de Segurança Social, recusando-se inclusive a dar meia dúzia de papos-secos ressequidos à populaça esfaimada.
Quanto à rainha Santa Isabel, ela até se poderia fazer passar por boazinha, mas a mim não me engana.
A verdade é que deveria ser uma cabrinha distante e egoísta, que praticava o bem e actos de caridade para com os mais necessitados, qual Evita Péron ou Lady Di da Idade Média, mas aposto que era com o intuito de conseguir boa publicidade e de construir aquela imagem de “Rainha do Povo”. Tinha um grande consultor de imagem, é o que era.
Até parece que já a estou a ouvir “Ufa! Já me safei do meu Dinis me pôr um olho à Belenenses quando chegar ao palácio. E os pobrezinhos? Ainda têm fome? Pois agora comem flores e é se querem ò piolhosos”.
Porém o Dinis foi o último a rir. Apesar de tal não estar documentado na História,o rei D. Dinis era um adepto do coito anal.
A partir daquele dia, sempre que lhe apetecia um bocado de “backdoor action”, virava-se para a mulher e perguntava-lhe:
“Então Belinha, que tens para mim hoje? A regueifa ou o botão-de-rosa?”

1 Comments:

Anonymous astropastor tornou público que...

E lá dizia ela toda contente. Come a regueifa, que os pobrezinhos adoraram as flores.

1:45 da manhã  

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