segunda-feira, abril 11, 2005

O poder da síntese e outras merdas que tais...

Ao escrever estes postezecos, recebo todo o tipo de críticas, positivas ou negativas, desde o "és um filho da puta" a "és um cabrão."
Porém, nada me aborrece mais do que aqueles energúmenos que me acusam de fazer posts demasiados longos.
Na opinião de certos e determinados doutores, eu não consigo comprimir o conteúdo numa forma minimalizta..."falta-te poder de síntese", afirmam!
Juram a pés juntos que eu sou incapaz de exprimir uma idéia, por mais básica e simples que esta seja em poucas linhas...não consigo extrair o essencial...alongo-me demasiado, em linhas e linhas e linhas deste blog de merda...alguns críticos, mais maliciosos, insinuam que como as minhas idéias são muito fracas e descabidas, eu tento esconder essa incapacidade criativa em floreados insossos...para dissimular a minha pobreza de espírito...e que para isso, tento alongar e embelezar a forma, já que de conteúdo, estamos conversados! Está bonito, está...

Pois bem, eu digo-vos que isso são calúnias e mentiras...eu sei que sou capaz de escrever postos sucintos e resumidos...em que expresso as minhas idéias, pertinentes e não raras vezes geniais em pequenos textos, de leitura fácil, pois não são demasiadamente longos!

Posts como este que estão agora a ler...um texto onde eu faço-vos sentir, de uma forma rígida, porém apaziguadora a angústia e mágoa e tristeza que vai dentro de mim por causa dessas críticas incessantes sobre as dimensões julgadas (preconceituosamente) exageradas.

Eu digo "basta!", meus amigos! Eu digo "basta!", porque em primeiro lugar, dizer "basta!" num texto de intervenção e de indignação fica sempre bem! E termos como "dar um murro na mesa" também não seria mau, pois grande é minha fúria relativamente aos que me acusam de não ser resumido!
Em segundo, porque essas mentiras grandes que eu agora estou a desmentir, me deram vontade de dizer "basta!".
Doravante todos os texto de www.wwwandrade.blogspot.com serão desta dimensão curta!
E faço isso de propósito, para que se calem esses arautos, esses abutres, esses velhos do Restelo que dizem quenão estão para ler textos grandes!
Falei!