terça-feira, março 22, 2005

Dois sonhos

Hoje tive um sonho estranho...sonhei que estava em Londres, mas num futuro próximo...Blair ainda era Primeiro-Ministro (o que provavelmente significa que Bush ainda era o presidente dos EUA! Fuck!!), mas ele tinha implementado um regime neo-fascista em Inglaterra (isso deve ter algo a ver com o V for Vendetta, embora eu saiba que isso não signifique nada para a maioria de vocês...).
Eu ia num comboio urbano, tipo um metro futurista.
Eu estava acompanhado por uma mulher irlandesa, que me disse que os irlandeses tinham que viajr de pé, ou sentar-se só no fundo da carrruagem...como os afro-americanos na década de 1950.

Nessa pequena fábula sobre a descriminação e as liberdades civis, a minha única preocupação era saber se a descriminação era de cariz racial (contra os celtas, logo incluiria também escoceses e galeses), xenófoba (se era só contra os irlandeses do Eire), ou religiosa (se era contra os católicos em geral)....


Há dias também tive outro sonho que dava um roteiro de Woddy Allen, Ingmar Bergman ou daqueles realizadores iranianos que fartam-se de ganhar prémios nos festivais de Cannes, Veneza e Berlim.
Basicamente só me lembro que estava sentado a mesa com muitas pessoas do meu passado e do meu presente...um cross-over fantástico que incluia pessoas de todos os quadrantes, de diferentes universos...pessoas que nunca podiam ou deviam ter-se encontado.


E o que significam esses sonhos?

Duas coisas :

1º) Eu queria escrever um post mas não tinha assunto!
2º) Eu bato mesmo, mesmo mal da pinha!

2 Comments:

Blogger Inês Ramos tornou público que...

Eu também tive um sonho bonito.
Até me custou a acordar...

Sonhei que estava no Anfiteatro Nobre da FLUP e ia haver algo entre uma palestra / colóquio de «Stand-Up Comedy» e o o «Levanta-te e Ri».

Estava lá o meu amigo Horacio que tinha tido a iniciativa de organizar aquele evento e como já era seu apanágio ia fazer a introdução e apresentação.

Eu estava já lá dentro a cochichar com uma colega. Ela vestia de preto e trazia uns brincos espanpanantes rosa-choque. Eu estava mais magra, mais velha e vestia de azul. Trazia um casaco com o emblema da FLUP.

Ainda não tinha percebido se ia ver o LER (ao vivo e em directo da FLUP) ou se ia ouvir dissertações de «catedráticos» sobre a Comédia em geral. Por exemplo, a História da Comédia desde da «Poética» de Aristóteles, das Cantigas de Escárnio e Maldizer de cancioneiros Galaico-Portugueses, de Gil Vicente, de Bocage, a Shakespeare, a considerações sobre a obra "O Riso" do filósofo Francês Henri Bergson... Eu sei lá! Sei que aquilo era um evento importante!

Estava à espera de tudo!... Abordagens do Teatro do Burlesco e do Absurdo da Idade-Média até ao «Non-Sense» Britânico dos anos 70 marcado fortemente pelo colectivo de humoristas «Monty Python»... Até chegarmos ao que hoje em dia se denomina como «Stand Up Comedy»...

Tinha lá como material de apoio leitores de DVD o já habitual projector, um PC portátil...

Eu olhava curiosa aquele aparato todo.

Havia um centro de mesa lindíssimo de folhas verdes e viçosas emolduradas com orquídeas brancas. Garrafinhas de água na mesa e microfones espalhados alinhadamente como é habitual nos colóquios em que há mais que um orador.

A entrada do Anfiteatro Nobre estava apinhada de gente. Estavam lá professores de Toga (Os que eu «invejosamente» chamo «Carneiros-Pretos Catedráticos»), os meus Professores da Licenciatura sentados nas cadeiras prontos para assistir e ouvir a apresentação com blocos para tirarem notas e apontamentos...
Eu estava pasma.

Além dos «Carneiros-Pretos, do lado dos oradores estavam o Tio Rocha mas também os nossos amigos Sestículos (o Carlos Moura tinha vindo expressamente de Lisboa e chegou atrasado), o Nilton, o Bruno Nogueira e vários actores e actrizes que fazem «Stand Up Comedy» como por exemplo o Jorge Mourato e a minha querida Carla Vasconcelos.

As primeiras filas eram curiosas. Tinham todas um capacete de motorizada pousado em cima das cadeiras. Estavam todas guardadas para gajos que tinham motas e que seguramente estavam ali porque eram os «Crazy 88» do Tio Rocha.

Eu queria ir para a frente mas todos os lugares tinham qualquer coisa em cima. Como um diploma enrolado.

Eu estava junto a uma janela com a minha amiga e perguntei ao Horacio onde é que eu me sentava. Ele disse: "Senta-te onde quiseres a Faculdade é tua." Eu ri-me e perquntei quando é que começava. Ele respondeu-me. "Dentro de cinco minutos." E então eu voltei-me para a minha amiga e disse-lhe: "Guarda-me um lugar que eu tenho que ir à casa-de-banho." Sim, disse mesmo «casa-de-banho» como é apanágio dos alfacinhas. E tinha mesmo. Porque depois de sair de dentro do AN acordei, levantei-me e fui ao quarto-de-banho.

Fiquei sem saber o que ia ser aquele evento, mas dava tudo para descobrir.

Conclusão:

É nisto que dá ver o LER e depois ir estudar Shakespeare's "A Midsummer's Night Dream" até adormecer.

10:32 da tarde  
Blogger Sergy tornou público que...

"Eu bato mal da pinha", dizia eu??

Nesse aspecto não passo de um amador ao teu lado, mestra!;)
LOL!

11:04 da tarde  

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