segunda-feira, janeiro 03, 2005

Como eu matei a Inês Castel-Branco (nada pessoal)

Avancei devagar mas confiante que a caçada estava terminada, a presa era minha! Inês Castelo-Branco estava sem defesa possível, na sala deserta. Só eu e o meu machado entre a parede e a salvação ilusória da porta!
Gritava, a filha da grande cadela, lágrimas vertendo como chuva dos olhos dela! Mas não haveria perdão...a voz na minha cabeça tinha há muito decretado o final macabro de tão horrenda criatura.
Ergui o meu machado como um soldado bárbaro...acertei-lhe no ombro direito, e senti o machado bater cruelmente no osso...o grito nos meus ouvidos desorientou-me por instantes..sangue cor carmesim enfeitava o meu cruel rosto...mas que diabos! O grito era doce, era uma sinfonia em crescendo nos meus ouvidos...ela caiu de joelhos...retirei o machado e bati no ombro duas, três vezes, até o decepar...Inês Castel-Branco era uma massa horrenda, suplicante a meus pés...
Dei-lhe um pontapé na cabeça...vários dentes saltaram...virei o meu machado assassino para os membros inferiores...decepei-lhe as duas pernas acima do joelho, começando com a esquerda, que separei em dois golpes fundos...a perna direita demorou três golpes...("já não vais a lado nenhum, minha linda")...senti vontade de lhe enfiar o machado na conaça...mas hesitei ("trabalho é trabalho, conhaque é conhaque").
Pousei o machado...perguntei-lhe se aquilo estava a ser tão bom para ela como para mim, mas só gritava, a grande vaca! Foda-se, um gajo dá o seu melhor para isso?
Pousei o machado...saquei da minha faca de ponta e mola...fiz-lhe uma linda cicatriz na face direita...o sangue brotava abundante...("já sei, vou-te ao olho")...com a ponta da faca, exorbitei-lhe o olho direito...PLOP! Mas deixei-lhe o esquerdo..queria q ela visse o que lhe ia acontecer...fui buscar uma faca enorme de talho...cortei-lhe o seio direito...era rijo ainda, na minha mão escarlate de sangue...agora le grand final deste grand guignol...peguei no machado e decapitei-a!
Passei horas a executar as mais divertidas torturas post-mortem, no seu cadáver sem pés nem cabeça...furei-lhe o abdomen, e estripei-a à bruta!
Finalmente, apresentei feliz a cabeça de Inês Castel-Branco a quem decretou sua morte, a mais negra das minhas musas!

(Dedicado à Inês Ramos)

5 Comments:

Blogger Inês Ramos tornou público que...

Hilariante!

4:25 da manhã  
Anonymous Anónimo tornou público que...

Sim...de facto acho que se é pra morrer tem que ser em grande!Biba os sadicos...somos o futuro!muahahaha
JuleX SempRe

4:51 da manhã  
Blogger Sir Paul Cezar tornou público que...

ora este conto é verdadeiramente didáctico!!! ensina-nos a todos uma das regras basicas para se atingir qualquer objectivo, regra esta proferida ja por Napoleão!

" Dividir para Conquistar"

4:05 da tarde  
Blogger Sergy tornou público que...

Lol!
Exactamente Paulo!
Olha, queres uma coxinha da icb?

7:34 da tarde  
Blogger Goth Mortens tornou público que...

Se guardaste uns troféus podemos fazer um banquete.

9:37 da tarde  

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